Quarta-feira, 25 de Novembro de 2009

A vida com humor

             “O dia mais mal gasto de todos é aquele em que não nos rimos”

                                                                                       S. Chamfort

 

             “O riso é o caminho mais directo entre duas pessoas.”

                                                                                         C. Chaplin

 

O humor torna-nos a vida mais fácil. Está provado que quem ri é mais produtivo, mais criativo, mais comunicativo, toma decisões mais rapidamente e não tem tanta propensão para a doença, pois o riso fortifica o sistema imunológico e liberta endorfinas que combatem a dor. Um minuto de riso equivale a cinco de relaxamento e dez minutos de riso incontido baixam as dores físicas durante, pelo menos, duas horas.

Como nos diz Helena Marujo: Com humor a comunicação melhora, a aceitação mútua cresce, a frustração tem um encaminhamento mais adequado.

Não há dúvida que, mesmo entre estranhos, uma gargalhada em conjunto abre as portas do entendimento.

Vale a pena adicionar algumas boas gargalhadas ao que fazemos quotidianamente e encarar a vida com mais humor.

 

Soube-me bem: As boas gargalhadas que dei com um colega.

 Foi inspirador: Lembrar-me de C. Chaplin

 

                 Agradeço: A capacidade que tenho de rir.

 

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publicado por descobrirafelicidade às 16:34
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10 comentários:
De Alexandra a 25 de Novembro de 2009 às 18:07
Tens razão. Que dias perdidos aqueles em que nem um sorriso esboçamos. Embora não seja adepta da Risoterapia, como é agora moda, ela é essencial pelo menos entre os amigos. Fazer rir quem está envolto em tristeza; fazer rir quem está bloqueado pela raiva; fazer rir quem está demasiado concentrado no lado negativo; fazer rir quem está esquecido de rir. Acima de tudo, fazer rirmo-nos de nós próprios por não estarmos a aproveitar a capacidade de o podermos fazer e, palermas, deixarmo-nos contagiar por quem não ri e, mais grave, podermos correr o risco de contagiar alguém. Obrigada por me lembrares que também eu tenho capacidade de rir. Brincar e oferecer o meu riso ao Universo, mesmo que possa parecer um pouco insana, quando, como agora, o faço sozinha ou começo a ter ideias loucas, porque o riso é também muito criativo. Até amanhã. Alexandra
De descobrirafelicidade a 25 de Novembro de 2009 às 19:31
Alexandra
Acabei de ler o teu comentário e quero agradecer-te já e muito o teu sorriso no meio de todas as nuvens... Muito obrigada AMIGA! Também não sou adepta da risoterapia, pois acho que é algo forçado e o riso deve ser espontâneo; vir mesmo cá de dentro. Só temos, às vezes, é que sorrir apesar daquela lágrima que teima em aparecer e "keep on trying" sempre. Porque vale a pena ver o sol brilhar de novo. Um sorriso grande para ti
De Nucha a 25 de Novembro de 2009 às 22:24
Alexandra,
Que bom ver-te por aqui.
Que bom ler-vos!..É tão saudável dar uma boa gargalhada e um belo sorriso...é terapêutico disso tenho a certeza!
Abraço às duas.
Nucha
De descobrirafelicidade a 28 de Novembro de 2009 às 14:48
Nucha
E eu agradeço-te muito as boas gargalhadas que me tens proporcionado. Um fim de semana terapêutico é o que te desejo minha amiga
De Nucha a 28 de Novembro de 2009 às 17:51
Teresa,
Também para ti...
Bj
De alexandra a 30 de Novembro de 2009 às 20:07
Nucha: Mais uma tentativa. Acabei de sair do teu blog. Sei que vais de férias e espero que sejam óptimas. Presiso de um conselho em quem é perito em ajudar os outros. Vou tentar novamente entrar no teu blog, para te dizer o que gostava de fazer. bjos Alexandra

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Descobrir a Felicidade

O tema da felicidade tem dominado os livros, estudos académicos e palestras dos últimos tempos. Inunda campos que vão desde a filosofia política, psicologia, sociologia e literatura até modelos económicos. Procura-se a “fórmula da felicidade” e a solução da “equação da felicidade”. As sociedades modernas parecem ter submergido ao “dever da felicidade”. Esta moda da felicidade em conjunto com a retórica dos livros de auto-ajuda e do pensamento positivo quase me afastou deste projecto que, paradoxalmente, teve o seu embrião justamente com ela: Construir um “portfolio da felicidade”. Muito do que li ajudou-me, de facto, a ter consciência da minha felicidade e a experimentar com maior frequência estados de profundo bem-estar. Partilhar aquelas que considero serem as fontes essenciais da felicidade tornou-se uma prioridade. Cada um é “feliz à sua maneira”, mas a “porta da felicidade abre para fora”, como nos diz Kierkegaard, e gostaria que a “minha” (resultado de tantas outras) fosse uma porta que se abrisse a todos aqueles a quem a casa da felicidade possa acolher.




“L`hiver a cessé: la lumière est tiède
Et danse, du sol au firmament claire.
Il faut que le cœur le plus triste cède
A l`immense joie éparse dans l`air. »

Paul Verlaine


“A conversa com um amigo, a descoberta de um livro, uma gravura, uma visita a um museu, o contacto com a música podem significar momentos de grande apaziguamento, de grande serenidade, de grande enriquecimento interior. É nisso que consiste a felicidade, quando há uma coincidência entre aquilo que nós somos e o Mundo em que estamos.”
Mário Claudio


“Happiness comes from the capacity to feel deeply, to enjoy simply, to think freely, to risk life and to be needed."
S. Jameson





“Tenho uma missão, embora pequena: Ajudar outros que, como eu, andam à procura, quanto mais não seja pelo facto de lhes garantir que não estão sós.”

Herman Hesse

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