Segunda-feira, 24 de Agosto de 2009

Objectivos

 

“Um dos melhores indicadores de felicidade é o facto de uma pessoa considerar ou não que a sua vida tem um sentido, um objectivo (…).

A relação entre ter objectivos e bem-estar parece ser bidireccional. Importante é arquitectar, planificar e atingir objectivos concretos e realistas.”

                                                                                                Margarida de Lima

 

Mesmo que os objectivos tardem a ser concretizados devem existir para que os nossos dias não sejam desprovidos de sentido. Porém, devemos ser capazes de os rever periodicamente em conformidade com a realidade. A construção do nosso caminho faz-se em permanente movimento e exigência de adaptação a novos desafios. A resposta a esta exigência está na nossa flexibilidade e capacidade de mudar num âmbito de coerência.

 

Sugestão de actividade:

 

·         Faça uma projecção da sua vida para daqui a 5 anos.

·         Com se vê?

·         Como gostaria de se ver?

 

Soube-me bem: Olhar para os bonitos cabeçalhos que a Joana enviou.

Foi inspirador: Ouvir a música de Otis Redding.

Agradeço: À Joana Santos o seu belo trabalho. Não sonharia melhor. Obrigada! Fiquei  mesmo feliz.

 

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publicado por descobrirafelicidade às 14:15
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1 comentário:
De Sheila a 4 de Setembro de 2009 às 02:22
Olá :)
E aqui estou eu lol
Ora não podia concordar mais com a Margarida de Lima, e a minha vida assenta essencialmente no que ela diz. Não me considero feliz só porque sinto que a minha vida tem sentido, mas acima de tudo porque tem já muito conteúdo e este está bem cimentado em objectivos bem concretos e realizáveis, além de que dou muito valor a tudo o que tenho, às amizades que mantenho e a tudo que me tem sido possível de conhecer.
Beijinhos amiga

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Descobrir a Felicidade

O tema da felicidade tem dominado os livros, estudos académicos e palestras dos últimos tempos. Inunda campos que vão desde a filosofia política, psicologia, sociologia e literatura até modelos económicos. Procura-se a “fórmula da felicidade” e a solução da “equação da felicidade”. As sociedades modernas parecem ter submergido ao “dever da felicidade”. Esta moda da felicidade em conjunto com a retórica dos livros de auto-ajuda e do pensamento positivo quase me afastou deste projecto que, paradoxalmente, teve o seu embrião justamente com ela: Construir um “portfolio da felicidade”. Muito do que li ajudou-me, de facto, a ter consciência da minha felicidade e a experimentar com maior frequência estados de profundo bem-estar. Partilhar aquelas que considero serem as fontes essenciais da felicidade tornou-se uma prioridade. Cada um é “feliz à sua maneira”, mas a “porta da felicidade abre para fora”, como nos diz Kierkegaard, e gostaria que a “minha” (resultado de tantas outras) fosse uma porta que se abrisse a todos aqueles a quem a casa da felicidade possa acolher.




“L`hiver a cessé: la lumière est tiède
Et danse, du sol au firmament claire.
Il faut que le cœur le plus triste cède
A l`immense joie éparse dans l`air. »

Paul Verlaine


“A conversa com um amigo, a descoberta de um livro, uma gravura, uma visita a um museu, o contacto com a música podem significar momentos de grande apaziguamento, de grande serenidade, de grande enriquecimento interior. É nisso que consiste a felicidade, quando há uma coincidência entre aquilo que nós somos e o Mundo em que estamos.”
Mário Claudio


“Happiness comes from the capacity to feel deeply, to enjoy simply, to think freely, to risk life and to be needed."
S. Jameson





“Tenho uma missão, embora pequena: Ajudar outros que, como eu, andam à procura, quanto mais não seja pelo facto de lhes garantir que não estão sós.”

Herman Hesse

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